sábado, 25 de maio de 2013

Capítulo 10 - Noite de Rainha - Parte II

Notas iniciais: Meninas, esse capítulo é mais do que especial! Primeiro porque comemoramos 10 caps da segunda temporada (que eu espero de coração que vocês estejam gostando), segundo porque é dedicado aos seis meses de Trupe do Luan, grupo do qual eu faço parte e amo de paixão!
E ó, a partir de agora a história vai dar um reviravolta daquelas! Lembrando: temos cena hot e mais uma "coisinha" nesse cap!
Por enquanto, aproveitem!
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Se a ideia era fazer que eu me sentisse uma rainha, o pessoal do “salão de cabeleireiro improvisado” tinha conseguido. Eu já havia tomando um banho e agora vestia um roupão enquanto a Sônia mexia nos meus cabelos, uma manicure cuidava das unhas da minha mão e uma pedicure a dos meus pés. Uma quarta assistente ajudava a Sônia com o penteado do meu cabelo. Mesmo com as minhas unhas já feitas e o meu cabelo razoavelmente “sob controle”, elas não fizeram “corpo mole” e capricharam muito no trabalho. Pelo espelho eu conferia que o resultado estava ficando ótimo!

Enquanto esperava, a Aninha me mostrou inúmeros blogs e Tumblr's de Luanetes. Era cada imagem e frases, uma mais engraçada que a outra! Uma delas me fez rir tanto que a pedicure precisou se agarrar ao meu pé para que eu parasse de me mexer e não estragar o esmalte que ela havia acabado de passar na minha unha.

- Gente, essa foi boa demais! – Exclamei entre as minhas gargalhas – “Luanete assanhada, cê tá querendo o quê? Luan Jr em 3D, Luan Jr. em 3D” – Cantei uma das frases que eu vi em um dos gifts que ela me mostrou – Essas meninas são muito safadinhas!

- Gostou né, Cris? Que sorte você tem de ter o Luan só para você! - A Aninha disse sorrindo para mim.

- Ana Luiza! Isso é jeito, menina? – A mãe da garota ralhou com ela.

- Ué, e eu tô mentindo? – A Aninha deu de ombros, mostrando que não se importava.

- Ai Ana, o que eu faço com você? – A cabeleireira parecia muito sem jeito – Mas vem Cá, Cristal! Chega de papo vocês duas! O seu cabelo, a maquiagem e as unhas já estão prontos! É hora de colocar o vestido!

Ela me estendeu a mão e me ajudou a ficar de pé enquanto a assistente pegava uma espécie de “capa”, dessas que as lavanderias usavam para proteger as roupas recém-lavadas. De lá de dentro ela tirou um vestido azul escuro, modelo tomara que caia, que tinha pedras prateadas bordadas na altura dos seios que iam descendo suavemente até a cintura em uma espécie de degradê. Os detalhes pratas no tecido azul me lembraram um céu cravejado de estrelas... A peça seguia justa da cintura para baixo, mas tinha uma abertura nas pernas bem insinuante. O detalhe não chegava a ser vulgar, mas garantia sensualidade ao “look”. O vestido era lindo, coisa de filme, digno de tapete vermelho de festa do Oscar.

A assistente, que eu descobri que se chamava Cida, me entregou o vestido e foi buscar o resto dos acessórios em um canto do quarto. Logo ela estava de volta com um par de sandálias prata com pequenas pedras azuis decorando as tiras e um espartilho preto e azul escuro com uma lingerie combinando. Tudo era muito delicado e bem feito, realmente digno de uma rainha. Só uma coisa me preocupava...

- Oi? Um espartilho? – Encarei a peça completamente amedrontada. Eu nunca tinha usado um daqueles na minha vida.

- Calma, Cristal! O espartilho é só pra dar um charme... Ele vai ressaltar as curvas do seu corpo, vai te deixar ainda mais bonita! – A Cida piscou para mim tentando me animar.

- Mas... Mas... eu vou conseguir respirar com isso? – Eu já me sentia sufocada só de me imaginar usando aquilo.

- Claro que vai, deixa de besteira, mulher! – A Sônia também me incentivou – Quer ver como vai ficar lindo?! Vem cá, deixa eu te ajudar! O segredo é saber apertar o espartilho no ponto certo, sem apertar muito, nem pouco...

Meio relutante, fui até o banheiro e vesti a calcinha e coloquei o espartilho, apertando as tiras com as minhas próprias mãos de qualquer jeito. Eu ainda não acreditava que eu estava fazendo aquilo... Eu nunca fui do tipo de mulher que fazia a linha sensual. Será que eu me sairia bem vestindo aquele espartilho? Levantei o rosto e encarei a minha imagem no espelho. Mesmo sem apertá-la muito bem, a peça valorizou os meus seios e definiu a minha cintura. Não dava para negar, aquilo fazia milagres! Foi pensando nisso que eu me enchi de coragem e saí para que a Sônia pudesse ajeitar melhor o espartilho.

Ela o apertou um pouco mais, o suficiente para deixar a minha cintura bem marcada, mas sem me impedir de respirar. Foi inevitável não lembrar daquele filme, Piratas do Caribe, quando a mocinha não consegue respirar direito por causa do espartilho muito apertado, desmaia, cai no mar e é salva pelo pirata. Com sorte, eu não teria um final como aquele...

Depois dos últimos ajustes na minha lingerie, eu vesti o vestido e calcei as sandálias. Por último, a Cida trouxe uma echarpe também azul com detalhes prateados para me ajudar a espantar o frio não muito intenso que fazia em Londrina.

Quando já estava pronta, chequei o meu visual no espelho. Os meu cabelos haviam sido escovados e presos no topo da cabeça com uma bonita presilha, também prata. A cabeleireira deixara algumas pontas soltas, o que dava um certo movimento ao penteado. A maquiagem estava suave, com destaque para o delineador que marcavam os meus olhos e para a sombra prateada que iluminava o meu olhar castanho meio esverdeado. O vestido me caíra muito bem, o que me fez pensar como o Luan conseguiu acertar o meu número de manequim com tanta perfeição... As sandálias eram altas, de salto fino, o que completava o tom “fino” e elegante do look. Para finalizar, a Aninha me deu o perfume para que pudesse passar um pouco e me estendeu um par de brincos também de prata no formato de uma nota musical.

- Luan pensou em tudo... – Ela disse, toda se derretendo. E eu, claro, me derreti junto. Era perfeição demais para ser verdade.

Para completar, coloquei a pulseira que eu ganhara da fã no camarote da Brahma, o anel de coquinho que a Larissa me deu no aeroporto e o anel de compromisso que o Luan me presenteara no final do ano passado.

- Certo, estou pronta! – Avisei. Aquelas alturas eu já estava louca para encontrar o Luan e entender melhor o que ele estava aprontando.

- Vou chamar o Ronaldo. Ele vai te acompanhar – A Sônia me comunicou – Cristal, você está um arraso! Luan tem uma verdadeira rainha em casa! – Ela completou orgulhosa antes de sair corredor afora.

Dois minutos depois, o mordomo estava de volta. Agradeci o trabalho das meninas e me despedi antes de seguir o “pinguim” para onde quer que ele fosse me levar.

- Por favor Dona Cristal, queira me acompanhar... – Ele disse me oferecendo o braço para enganchá-lo no meu.

- Vem cá... Você só sabe falar isso? – Brinquei, aceitando a sua “cortesia” e enganchado o meu braço no dele.

- Perdoe-me, é a força do hábito – O Ronaldo sorriu para mim meio acanhado.

- E onde está o Luan, afinal? Não aguento mais esse suspense... – Reclamei enquanto caminhávamos pelo interior da casa.

- Falta pouco agora, Dona Cristal... – O meu acompanhante retomou o tom sério, me conduzindo pela porta da cozinha e me levando para o lado de fora da casa. Continuamos andando, agora descendo por um lance de escadas que dava acesso a área da piscina e da churrasqueira.

- Você quer fazer o favor de parar de me chamar de Dona Cristal? – 
Pedi, fingindo estar ofendida.

- Como quiser, Do... digo, Cristal – O Ronaldo piscou para mim fazendo graça. Não é que o “pinguim” era gente boa? – O senhor Luan a espera na mesa, perto do buffet. Vou levá-la até lá – Ele emendou na sequência voltando ao seu tom sério e profissional.

Assim que o “mordomo”, ou seja lá o que o Ronaldo era, me contou onde o Lú estava, nós terminamos de descer as escadas e viramos em direção a piscina. O que eu vi me fez parar por um segundo, incapaz de continuar andando tamanha foi a minha a surpresa.

O lugar, que contava com um gramado, algumas palmeiras e um jardim bem cuidado, estava todo iluminado com velas. Até a piscina estava iluminada com velas que brilhavam em suportes boiando na superfície, o que dava um ar de romantismo e intimidade ao espaço que já fora cenário de tantas festas em família antes. Entre a piscina a churrasqueira uma banda com aproximadamente cinco músicos já estava posicionada, pronta para entrar em ação. Na parte coberta, no espaço gourmet onde sempre rolavam os churrascos, uma equipe de buffet estava a postos mexendo em panelas e pratos. Certamente eram eles as pessoas responsáveis pelo jantar.

Mas nada me chamou mais atenção do que a imagem que eu vi em seguida. De pé, parado ao lado de uma mesa segurando um buquê de rosas vermelhas estava ele, o amor da minha vida. O Luan vestia uma calça escura bem justa, uma camisa escura com estampas brancas em formato de losangos bem pequenos e sutis por fora da calça fazendo o estilo despojado, o seu tradicional coturno preto, o cabelo “arrepiado” e o seu sorriso “arrebatador” nos lábios, aquele que sempre me deixava sem ar mesmo depois de tanto tempo juntos.

- Cristal... – O Ronaldo me chamou baixinho, puxando de leve o meu braço.

Ele não precisou chamar duas vezes. De repente eu fiquei com uma pressa imensa e o “mordomo” teve que apressar os passos para conseguir me acompanhar.

- Senhor Luan, a sua bela dama... – O meu acompanhante pegou a minha mão e a esticou em direção ao Luan fazendo um floreio com as mãos antes de se afastar dois passos de nós.

- Rapáiz, “cê” tá bonita demais, Vidinha! – O Lú sorriu para mim ao segurar a minha mão ignorando completamente o Ronaldo. Eu não poderia culpá-lo, também era difícil tirar os meus olhos dele – Ó, eu trouxe isso aqui para você, minha rainha – Ele me estendeu as rosas, os olhos brilhando de felicidade.

Peguei o buquê sorrindo como uma criança que acabara de ganhar um doce. Dava para ter namorado mais perfeito que aquele? Precisei reunir toda a minha concentração e força de vontade para conter as lágrimas e me manter como “eu mesma”, ou seja, a Cristal “braba” que o Luan tanto adorava.

- E então Sr. Luan Santana... Onde está todo mundo? Cadê o Sr. Amarildo e o churrasco que ia rolar aqui hoje? – Me fingi de brava.

- Então... – Ele mexeu nos cabelos todo sem jeito, como se estivesse procurando as palavras em algum lugar – Eu só inventei isso porque queria fazer essa surpresa pra você, Vidinha... – O Lú voltou a sorrir, se gabando da própria ideia – Você não gostou, Cristal?

- Se eu gostei? – Perguntei, ainda séria – Eu amei, Luan. O vestido, o cabelo, a decoração, o jantar... Tudo isso é perfeito! Aliás, é mais do que perfeito... Eu nem tenho palavras para explicar o que eu estou sentindo! Eu nem mereço tudo isso... – Confessei, parando de tentar parecer séria e me entregando à emoção do momento. Meus olhos ficaram marejados de lágrimas e eu torci muito para que o rímel que a Dona Sônia havia passado em mim fosse a prova de água.

- Ahhh Vidinha, Mas é claro que merece! Fiz isso tudo justamente para te agradecer por ficar do meu lado apesar de tudo – O Lú chegou mais perto, passando um dos braços pela minha cintura se posicionando ao meu lado – A gente já passou por tanta coisa juntos, por tanto “perrengue” e por cada “parada dura”... – Ele fez uma pausa acariciando o meu rosto – Eu sei que não é fácil passar por tudo o que você passou e sei também que não é a coisa mais fácil do mundo ser a minha namorada... Isso aqui é só o jeito que eu arrumei para te agradecer por ser essa mulher guerreira, forte, esperta, inteligente, batalhadora e linda que você é. Você merece ser tratada como uma rainha, e se depender de mim, é assim que você vai ser tratada... – Ele aproximou os nossos rostos e então me beijou suavemente nos lábios sem pressa, suas mãos segurando as minhas costas, o calor do seu corpo me aquecendo na noite fria de Londrina, o seu cheiro me envolvendo completamente.

- Essa noite você é só minha, Cristal... – O Luan sussurrou no meu ouvido depois que paramos de nos beijar.

- Não, não... Essa noite é você que é só meu, Luan... – Respondi o fitando nos olhos, fazendo o possível para mantê-lo entre os meus braços já que ainda estava segurando o buquê de rosas.

- Senhores... O jantar está pronto. Posso mandar servir? – O Ronaldo nos interrompeu. Quase levei um susto ao ouvir a voz dele tão perto de nós. Eu havia me esquecido completamente que existia outras pessoas ali além do Luan e eu.

- Senta o pau nesse trem aí, ô “seu” Ronaldo! Que eu não sei a minha namorada aqui, mas eu tô morrendo de fome... – O Luan respondeu o “mordomo” sem me largar.

- Por favor, queiram se sentar. Vou servi-los – O “mordomo” apontou para a mesa. Dei mais um selinho rápido no Lú e depois o soltei para me sentar à mesa. O nosso “pinguim” de plantão puxou a cadeira para mim e depois, com gesto de mão, me pediu que eu lhe entregasse as rosas. – Vou guardá-las para a senhora – Ele me avisou depois que lhe entreguei as flores.

- Senhora? – Arqueei uma sobrancelha para ele enquanto me ajeitava na cadeira.

- Perdão. Cristal... – O Ronaldo se desculpou balançando a cabeça, vencido.

- Assim está melhor – Respondi com um sorriso.

Enquanto o Luan também se ajeitava ao meu lado, reparei nos detalhes da decoração. A mesa, posta para dois, estava coberta com uma toalha em um tom “champagne”, com flores brancas bordadas. Além dos pratos de porcelana, talheres bem sofisticados e taças de cristal, um pequeno vaso com uma única rosa vermelha enfeitavam a mesa. Eu sabia que o Lú não ligava muito para aqueles detalhes “chiques”, então concluí que aquilo era obra do pessoal do buffet. Bom, ninguém poderia acusá-los de ter mau-gosto. Tudo era simples, mas sem perder o toque de sofisticação e estilo.

- Já tá arrumando briga com o Ronaldão também, é Vida? Eu avisei pra ele que você era “braba”... – O Lú me provocou ao me ouvir “discutir” com o “mordomo”.

- Não sou eu que sou “braba”, é você que me irrita – Retruquei.

- Irrito porque adoro te ver assim, toda azeda, bufando de raiva... – Meu namoro riu de mim.

- Adora, é? Então porque depois você sempre volta todo arrependido, me pedindo desculpas? – Eu sabia que ele estava me provocando de propósito, mas não resisti e caí no seu jogo.

- Porque a melhor parte de brigar com você é poder fazer as pazes depois... – Ele piscou para mim todo fazendo charme e se insinuando, o que me deixou um pouco sem graça.

- Senhores, vou levar as rosas para dentro para deixá-los mais à vontade. Volto já com o jantar – O Ronaldo também pareceu um pouco constrangido e tratou de sair de fininho – Banda; música, por favor – Nosso pinguim de plantão pediu enquanto caminhava em direção a casa se afastando da mesa.

Os músicos começaram a tocar uma música do Zezé de Camargo e Luciano que o Luan adorava e eu aproveitei a deixa para me aconchegar nos braços dele e dar mais um beijo no meu namorado.

Eu devo ter me empolgado muito com o beijo, ou o pessoal do buffet deveria ser realmente muito rápido, porque quando me dei conta o Ronaldo já estava parado ao nosso lado, com uma bandeja nas mãos, pronto para servir o jantar.

- Tem certeza que essa noite vai ser só nossa? – Comentei irônica para que só o Luan pudesse nos ouvir.

- O “pinguim” aí é do tipo chiclete, né? Não sai do nosso pé de jeito nenhum – O Lú brincou também baixinho.

Na sequência ele fez sinal para que o Ronaldão nos servisse. Não demorou muito e nós estávamos nos fartando com um jantar delicioso a base de arroz, salada bem variada, traíra sem espinho, um tipo de molho de alho muito saboroso, vinagrete, salpicão, batata frita, pequi... Tinha até banana frita, um dos pratos prediletos do Luan que eu, pessoalmente, dispensava. Nada contra, era só que para mim banana não combinava com comida salgada... Para beber, tinhamos água e suco de laranja. Como eu não bebia nada alcóolico, o meu namorado resolveu me acompanhar e abriu mão da sua "cachaça".

A noite estava um pouco fria, por isso o Ronaldo trouxe um aquecedor para perto de nossas mesas o que manteve a temperatura agradável. Os músicos garantiam a animação do lugar e as velas tornavam o lugar aconchegante, perfeito para um jantar a dois.

Enquanto comíamos, o Luan me contou como conseguiu preparar aquele jantar-surpresa com a ajuda do Testa e da Bruna. Ele também me perguntou o que eu fora fazer em Curitiba naquele dia mais cedo, mas eu consegui desviar o assunto. Depois conversamos sobre os mais diversos assuntos, como os preparativos para o seu novo DVD, o quase-namoro da minha cunhada com o Lucas Lucco, futebol, comentamos e palpitamos sobre o repertório que os músicos estavam tocando para nós... Falamos sobre nada e sobre tudo! Eu adorava o senso de humor, a inteligência e o jeito insistente que o Luan tinha de querer me irritar sempre e, mais que tudo, eu adorava o jeito que ele parava tudo o que estava fazendo para me ouvir falar sobre mim, como se eu fosse a pessoa mais importante do mundo. Ele dizia que fazia isso porque era difícil me ouvir falando sobre os meus sentimentos. Eu apostava que era só porque o Luan tinha o dom de me fazer sentir a mulher mais amada do planeta.

Enfim, chegamos a minha parte predileta da refeição: a sobremesa. E o prato não decepcionou. O Ronaldo nos serviu um petit gateau que me deu água na boca só de olhar.

- Não disse que ela ia gostar, Ronaldão? A Cristal pira nesse trem de gato aí – O Luan disse para o “mordomo”.

- Não é gato, Vida. É gatô, com sotaque francês – Brinquei.

- Ah, é tudo a mesma coisa, Vidinha – O Luan deu de ombros, indiferente, enquanto dava mais uma garfada na sua sobremesa.

- Você lembra a primeira vez que jantamos juntos? Aquela noite na churrascaria? – Perguntei ainda saboreando o prato na minha frente.

- Mas é claro que eu lembro! A gente se encontrou no banheiro, eu te passei uma cantada e você quase me deu um tapa na cara... – Meu namorado fez drama.

- E você, naturalmente, não desistiu de me atormentar. Praticamente me arrastou para a pista de dança com você... – Me fiz de difícil, franzindo a testa para ele.

- E você perdeu a linha dançando comigo, ficou toda, toda! Até a Dag ficou com ciúmes... – Ele rebateu se gabando – Foi naquele dia que eu percebi a pessoa especial que você era...

- E foi naquele dia que eu percebi que você mexia muito comigo... Fiquei que nem uma boba morrendo de medo de não te ver mais no escritório... – Confessei sem coragem de encará-lo.

- É eu bem percebi que você estava toda derretida dançando aquela música lenta comigo... – Ele me provocou.

- E eu bem percebi que você estava louco para dançar comigo de novo... – Devolvi na mesma moeda.

- Falando em dançar... – O Luan se levantou e veio até mim me estendo uma de suas mãos – Separei uma "moda" pra gente hoje.

- Você sabe que eu deveria me fazer de difícil e recusar o seu convite, né? Só pra manter o costume... – Brinquei ainda sentada, fingindo não querer aceitar o seu convite.

- Como sempre, você vai fugir de mim? – O Luan falou com a voz grave me olhando nos olhos – Mas você sabe que de um jeito ou de outro eu sempre consigo te trazer de volta, né? – Ele continuou com a mão estendida, como se me desafiasse a não aceitar o seu pedido.

- Eu sei disso, assim como você sabe que de um jeito ou de outro eu sempre vou voltar para você, não é mesmo? Porque a gente tá junto nessa, para o que der e viver, até o final – Disse segurando a sua mão ficando em pé ao seu lado. Ele sorriu para mim, passando os braços pela minha cintura e conduzindo para uma área perto dos músicos.

- Violeiro, toca aquela pra nós – O Luan pediu fazendo um gesto com as mãos para os músicos. Depois ele me abraçou forte para espantar o frio e assim que a melodia começou, ele acompanhou o ritmo balançando os nossos corpos, o seu rosto no meu cabelo, suas mãos me segurando firmes – Hoje sou eu que vou te tirar para dançar, Vidinha...

*** Link para música - http://www.youtube.com/watch?v=9-hjCSpRKYc *** - (Desculpa Rei, mas esse cara é o Luan...)

“O cara que pensa em você toda hora
Que conta os segundos se você demora
Que está todo o tempo querendo te ver
Porque já não sabe ficar sem você
E no meio da noite te chama
Pra dizer que te ama
Esse cara sou eu"

O Luan cantava a música no meu ouvido enquanto dançávamos. Eu apenas deitei a cabeça no seu ombro com os olhos fechados enquanto acariciava os seus cabelos. Eu me sentia tão feliz e completa que o mundo poderia acabar naquele instante que eu não me importaria....

O cara que pega você pelo braço
Esbarra em quem for que interrompa seus passos
Está do seu lado pro que der e vier
O herói esperado por toda mulher
Por você ele encara o perigo
Seu melhor amigo
Esse cara sou eu

O cara que ama você do seu jeito
Que depois do amor você se deita em seu peito
Te acaricia os cabelos, te fala de amor
Te fala outras coisas, te causa calor
De manhã você acorda feliz
Num sorriso que diz
Esse cara sou eu
Esse cara sou eu

- Acho que está virando tradição dançarmos juntos... – Falei mal conseguindo conter a minha alegria em um dos momentos que a música estava na parte instrumental.

- Também... Era a única coisa que você topava fazer comigo sem brigar antes – O Luan respondeu acariciando o meu rosto enquanto continuávamos a valsar.

- É... Já se pode dizer que nós tínhamos uma rotina: dança, momentos tranquilos juntos, muitas brigas, e a reconciliação... – Comentei sorrindo.

- Eu não lembro desses momentos tranquilos não, viu?! Só lembro de você pegando no meu pé... – O Luan me provocou também sorrindo.

Eu já estava pronta para retrucar e começar uma nova discussão ali mesmo, mas o Luan colocou um dos seus dedos sobre os meus lábios me pedindo para ficar quieta. Na sequência ele voltou a cantar no meu ouvido, acompanhando o cantor da banda.

"Eu sou o cara certo pra você
Que te faz feliz e que te adora
Que enxuga seu pranto quando você chora
Esse cara sou eu
Esse cara sou eu

O cara que sempre te espera sorrindo
Que abre a porta do carro quando você vem vindo
Te beija na boca, te abraça feliz
Apaixonado te olha e te diz
Que sentiu sua falta e reclama
Ele te ama
Esse cara sou eu"

- Definitivamente Luan, esse cara é você – Falei ao final da música. Depois o apertei bem forte nos meus braços e beijá-lo intensamente nos lábios – O cara certo para mim, que sabe como realmente tratar uma mulher... – Completei.

- Como uma rainha, Vidinha – Ele me corrigiu me olhando fixamente nos olhos – A minha rainha... – E então ele me beijou daquele jeito que só o Luan conseguia. Uma de suas mãos subiu para a minha nuca enquanto a outra deslizou pelas minhas costas fazendo a minha pele arrepiar, mesmo que ele estivesse me tocando sobre o vestido. Sua boca se moveu sem pressa contra a minha, enquanto ele me puxava para junto dele como se precisasse desesperadamente de mim.

- Sabe o que eu acho? – Ele murmurou baixinho enquanto distribuía beijos de leve pelo meu pescoço.

- O que você acha? – Quis saber.

- Que está ficando frio demais aqui fora... Acho que está na hora de levar a minha rainha pra dentro – O Luan terminou a frase com um brilho travesso nos olhos antes de me puxar pelas mãos em direção à escada que nos levaria até o interior da casa.

- Ô Ronaldão, pode fechar a conta e passar a régua... – O meu namorado gritou por cima do ombro – Que agora a festa é só nossa – Ele completou para que só eu pudesse ouvir.

Seguimos até a casa parecendo duas crianças, correndo e rindo sem parar. Por causa do salto fino eu precisei me apoiar no Luan, mas ele nem se importou. Na verdade, na hora que eu estava subindo as escadas ele aproveitou para ficar de olho na fenda do meu vestido dizendo que a Bruninha tinha acertado “direitinho” no modelo.

- Agora sim! Aqui você vai ficar mais protegida, Vidinha – O Luan me disse depois de abrir a porta de um dos quartos fazendo sinal para que eu entrasse antes dele.

Entrei no cômodo e tive a minha terceira surpresa do dia. O quarto também estava à luz de velas. O edredom branco sobre a cama estava coberto com pétalas de rosas. Tudo estava perfeitamente arrumado para aquele momento. Mais do que nunca eu me senti uma rainha...

- Luan... – Exclamei completamente sem palavras.

- Faz parte do pacote, Vidinha – Ele brincou, piscando para mim. O Lú fechou a porta e veio até onde eu estava, me segurando pela cintura e depositando um beijo no meu pescoço – Onde nós estávamos mesmo?

- Na parte que você dizia que a Bruna tinha comprado o vestido perfeito – Falei como quem não quer nada.

- Ahhh Vidinha, não é por nada não, mas esse vestido... – Ele me olhou de cima a baixo mordendo os lábios – Isso tá uma perdição... – Ele completou deslizando as suas duas mãos dos meus ombros até a minha cintura. A pele dele estava quente contrastando com a minha gelada, e eu não pude evitar ficar arrepiada.

- Mas eu sei que por baixo disso aqui tem um trem que vou gostar mais ainda... – O Luan falou aproximando o seu corpo do meu, fazendo charme – Então... Acho que você não vai se importar se eu abrir esse zíper, né?

Mesmo que eu quisesse, o Lú não me deu tempo de respondê-lo. Ele me deu um beijo lento nos lábios enquanto eu sentia as suas mãos passando pelas minhas costas, descendo o zíper muito lentamente.

- Bom... Já que eu comecei, vou terminar, né? – Ouvi o Luan me avisar com um tom de voz bem manso, típico de quando ele está aprontando alguma coisa. Senti ele ir descendo pelo meu pescoço até os meus ombros deixando uma trilha de beijos pelo caminho. Quando chegou até a borda do vestido, ele voltou a puxá-lo muito lentamente, me provocando enquanto continuava a me beijar passando pelo meu colo até chegar aos meus seios. Fechei os olhos me entregando ao momento e só senti a peça caindo aos meus pés.

- É possível você ficar ainda mais linda, Vida? – Ele disse me olhando, agora só de espartilho e calcinha. Sorri para ele meio sem jeito, sem saber o que falar porque estava hipnotizada com o efeito que ele costumava causar em mim.

- Vem cá, Cristal – Ele me pediu para dar um passo para o lado e depois pegou o vestido do chão, o colocando sobre uma cadeira que havia ali perto. Isso me deu um curto espaço de tempo para sair do meu “transe”.

- Hum... Não tô achando isso justo, não... – Fiz cara de brava quando ele voltou a sua atenção a mim – Acho que eu prefiro você sem isso... – Apontei para a sua camisa chegando perto dele. Comecei a beijá-lo na boca e depois fui abrindo os botões da sua camisa o mais rápido que eu consegui. Quando a peça caiu no chão, aproveitei o embalo e comecei a abrir o botão e o zíper da calça jeans enquanto ele me conduzia até a cama, agora me beijando intensamente enquanto suas mãos passeavam pelo meu corpo.

Quando chegamos ao pé da cama ele parou de repente e me virou com um gesto rápido me deixando de costas para ele.

- Tô loca pra tirar isso aqui, rapáiz... – Ele disse já começando a trabalhar na sua ideia. Senti as mãos do Luan desamarrando as tiras que mantinham o espartilho justo ao meu corpo. Eu não via o que ele estava fazendo, então a sensação de arrepio e prazer foi dobrada quando o senti puxando cada fita lentamente e ir distribuindo beijos pelas minhas costas conforme a minha pele ia ficando livre sob a peça. A “tortura” durou uns cinco minutos e eu podia sentir que o Luan estava se divertindo me vendo “sofrer” sem poder retribuir a altura.

Por fim, ele tirou o espartilho e soltou os meus cabelos. Virei o meu pescoço e ele percebeu o que eu queria, porque veio de encontro a mim para me beijar. 

Daí em diante tudo aconteceu muito rápido. Eu não sabia se era o amor imenso que eu sentia pelo Luan, se era o resultado daquela surpresa maravilhosa que ele fizera para mim, ou se era simplesmente a nossa “velha e boa” química entrando em ação, mas ficar com o Lú era sempre simples, fácil e perfeito. Nossos corpos se entendiam perfeitamente e tudo funcionava à base da ação e reação.

O Luan me deitou sobre a cama tirando a sua calça, sapatos e meias. Depois ele veio até mim me pegando pelos pés e tirando as minhas sandálias. Após se ver livre dos meus sapatos, ele foi subindo pelas minhas pernas, deixando beijos e mordidas de leve pelo caminho.

Ele chegou até a minha cintura, “perdendo” um tempo extra por ali, me provocando, antes de tirar a minha calcinha e lançá-la longe.

Foi aí que eu aproveitei para virar o jogo. Passei o meu corpo por cima do dele ficando com uma perna de cada lado e passei a distribuir beijos pelo seu corpo, principalmente no ombro onde estava desenhada a sua tatuagem. Eu adorava aquele desenho e gostava mais ainda de passar os dedos sobre o terço registrado na pele do meu namorado.

Fui descendo pela sua barriga até a sua cueca. Já fazia um tempo que eu estava tomando anticoncepcional, por isso sabia que estava “livre” para seguir adiante. Eu já conseguia sentir a ereção do Luan e via nos seus olhos o quanto ele me desejava. Ele chamava o meu nome baixinho quando despi a sua boxer azul e encaixei os nossos corpos.

Fechei os olhos e deixei que ele me conduzisse. Primeiro com movimentos suaves depois mais rápido. Nós nos mexiamos com uma sincronia perfeita. Os olhos do Lú estavam cemirrados, turvos de desejo e paixão. Ele puxava os meu cabelo de leve, chamava o meu nome, deslizava a sua pelas minhas costas e me fazia me sentir a cada segundo mais amada.  Chegamos juntos ao ápice, cansados, com a respiração entrecortada, os cabelos bagunçados, e felizes, muito felizes. Ali era o meu lugar, nos braços do Luan.

- Obrigado por tudo, meu amor... Meu rei – Agradeci baixinho deitando a cabeça no seu peito, meu coração explodindo de felicidade – Por você eu me jogaria sem pensar, sem medo... – Falei com a voz baixa me permitindo lembrar dos fantasmas que me “assombravam”. Espantei aquelas ideias da minha cabeça. Ainda não era hora de pensar naquilo...

- Você merece tudo isso e muito mais, minha vida... Minha rainha – Ele beijou o topo da minha cabeça, me abraçando carinhosamente.

Mais tarde, o Ronaldo bateu na nossa porta trazendo chocolates e uma cesta de frutas para nós. Passamos o resto da noite juntos, nos amando, aproveitando aquele momento só nosso até adormecemos com o sol já quase nascendo e selando o momento mais mágico e perfeito da minha vida. 

Naquela noite eu tive certeza de que tinha encontrado o amor da minha vida, a pessoa certa para passar o resto dos meus anos. E esse cara era o Luan. Sempre foi e sempre seria... E era por ele que eu seria capaz de fazer qualquer coisa...

***
Ponto de vista do Luan

Acordei e abri os olhos lentamente, me espreguiçando com calma na cama. Bati a mão no colchão ao meu lado e percebi que estava sozinho.

- Ôôôô, vidinha, “vorta” aqui, Nega! “Cê” esqueceu que hoje você é só minha? – Chamei pela Cristal.

- Ôôôô “muié” que gosta de fugir de mim, viu... – Resmunguei levantando da cama e indo atrás dela.

Fui até o banheiro. Nada de Cristal.

Sai do quarto e segui até a sala. Vazia...

- Cristal, cadê você? – Chamei um pouco mais alto do que queria, o coração disparando dentro do peito, a preocupação formando um “bolo” na minha garganta.

Passei para a cozinha, varanda, área de serviço...

- Cristaaaaaal! Cadê você, vida? – Gritei, um sentimento ruim tomando conta do meu peito.

Corri até a piscina, o desespero me dominando. Nada de Cristal!

Fui até a frente da casa. O carro da Cris tinha sumido!
Senti uma onda de medo inundar o meu coração. As minhas pernas tremeram, a minha respiração falhou. Onde a minha Cristal estava?

Voltei correndo para o quarto, a minha minhas ideias “fervendo” dentro da cabeça. Lembrei do que a Cristal me disse na noite anterior: “Por você eu me jogaria sem pensar”.

Diacho, do quê aquela mulher estava falando?

Parei perto da cama e olhei ao redor. O vestido que lhe caíra tão bem ainda estava sobre a cadeira, onde eu o coloquei depois de despi-lo da Cristal. As sandálias, o espartilho...

Em cima do criado-mudo estavam as duas alianças que a Cris usava. Aquilo doeu dentro do meu peito... Os anéis eram a representação do nosso amor, da nossa união... Por que a Cris tinha as tirado? Será que ela não me queria mais?

Cheguei mais perto... Ao lado das alianças estava os dois celulares junto com a bolsa da Cris aberta, os objetos ali dentro meio revirados.

Sentei na cama sem saber o que pensar ou quê fazer, completamente perdido, as lágrimas escorrendo pelo meu rosto sem eu nem me dar conta. Eu não tinha ideia do que tinha acontecido: A Cristal tinha sumido ou ela havia me deixado?
___________________________________ 
Notas finais: Calma, calma, vamos por partes:

1- Noite de Rainha da Cris foi top, né? E o pinguim de plantão?
2 - Esse cara é o Luan, sem dúvida nenhuma! Cristal é muito sortuda, mew!
3 - Gostaram das cenas calientes? 
4 - E vocês perceberam que a cena do prólogo, que abriu a 2ª temporada, finalmente apareceu? Aposto que ninguém adivinhou que essa era a "coisinha" a mais que ia acontecer...

Estão curiosas para saber o que vai acontecer?
Aguentem firme! No próximo cap a Cris vai contar como foi o encontro dela na Torre e o que aconteceu depois da Noite de Rainha!

Meninas, eu PRECISO saber o que vocês acharam, pelo amor de Deus! Me contem!

É isso, gurias! Até o próximo cap e se preparem! A coisa vai ficar séria!
E ó, dia 30 tem VDL, ok?

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2 comentários:

  1. Aaaaaaaaaah Meu eu não creio que ninguem tenha comentado ainda!?
    Cara Manu tu é fod_a, tu perguntou se vc conseguiria fazee o melhor capitulo da 2° temporada, você conseguiu... veio as partes hots foram tensas, fiquei viajando aqui so de imaginar o Lú fazendo aquilo tudo. Kkkkkkkkkk.. Simplesmente Perfeito, eu pirei nesse capitulo, SURTEEEEEEI... ansiosa para o proximo, por.q mais uma meus eu fiquei só na ansiedade por causa dessa parte da prologo. Kkkkkkkkk..
    Cara cada capitulo vc me surpreende mais e me deixa mais viciada em suas histórias. Rs
    #ansiosamodoon. Kkkkkk

    Bejos da sua fiélzissima leitora Daniela Noronha.. Te vivooo minha divinha.. s2

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    Respostas
    1. Pois é, Dani! Fiquei esperando para ver quem ia puxar a fila dos comentários! Tinha que ser você, né?! kkk

      Vivaaaa! Sério que consegui fazer o melhor cap da temporada?! Ahhh, objetivo alcançado com sucesso!

      As cenas hots foram bem hots, né? Confesso que me soltei um pouco mais nessa! Pelo menos foi o que eu achei...

      E acho que você não foi a única que ficou ansiosa para saber o que vai acontecer depois do prólogo! kkk Mas calma, agora falta bem pouco! No próximo cap a gente já revela esse mistério de uma vez!

      Ahhh Dani! Obrigada por tudo! E principalmente por ler e comentar! *-*

      Também te vivo, nega! Até o próximo cap!

      Excluir

Oiieeee.... xD

Espero que esteja curtindo a fic!
Se estiver, não deixe de "perder uns minutinhos" para me contar a sua opinião, registrar o seu surto ou apenas para dar um oi! E se não estiver curtindo, aproveite o espaço para "soltar o verbo" e falar o que te desagradou!

Uma história não existe sem leitores! São vocês que me dão forças para continuar escrevendo e caprichando cada vez mais em cada capítulo! Portanto, deixe de "corpo mole" e venha "prosear" sobre as fics comigo e com as outras meninas que passam por aqui! *-*

Cada comentário ilumina muito o meu dia! Não deixe de fazer uma quase-escritora feliz: Comente! *-*

E não esqueça de deixar o seu nome, ok?!